Glossário especializado da área de Solos

Author name: Vitor Augusto

Sulfossais

Classe de minerais composta por combinações de enxofre (S), metais e semimetais, nos quais elementos como antimônio (Sb), arsênio (As) e bismuto (Bi) desempenham papel de ânion coordenador/centralizador na estrutura cristalina. Diferentemente dos sulfetos simples, os sulfossais apresentam estruturas cristalinas mais complexas, resultantes da substituição parcial de átomos de enxofre por esses semimetais. Esses minerais […]

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Halita

Mineral da classe dos halogênios, fórmula química (NaCl) com estrutura cúbica através de ligações iônicas, onde cátions de Na⁺ possuem valência unitária positiva, e o ânion Cl⁻ valencia unitária negativa. Possui clivagem perfeita, hábito granular, compacto ou maciço e também pode ocorrer em massas cristalinas granulares. O gosto dos cristais de halita é de uma

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Molibdatos

Classe de minerais caracterizada pela presença do ânion molibdato (MoO₄²⁻) em sua estrutura cristalina, geralmente associado a cátions como chumbo (Pb²⁺), cálcio (Ca²⁺) e ferro (Fe²⁺/Fe³⁺). Esses minerais ocorrem principalmente em zonas de oxidação de depósitos ricos em molibdênio, sendo a wulfenita (PbMoO₄) um dos exemplos mais conhecidos.    KLEIN, C.; DUTROW, B. Manual de ciência dos minerais. 23.

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Tungstatos

Tungstatos, também chamados de wolframatos, são uma classe de minerais caracterizada pela presença do ânion tungstato (WO₄²⁻) em sua estrutura cristalina, associado principalmente a cátions como cálcio (Ca²⁺), ferro (Fe²⁺) e manganês (Mn²⁺). Esses minerais, relativamente raros, são típicos de ambientes hidrotermais e metamórficos, sendo comuns em depósitos de tungstênio. Os principais exemplos são a scheelita (CaWO₄) e a

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Wolframatos

Wolframatos, também chamados de tungstatos, são uma classe de minerais caracterizada pela presença do ânion tungstato (WO₄²⁻) em sua estrutura cristalina, associado principalmente a cátions como cálcio (Ca²⁺), ferro (Fe²⁺) e manganês (Mn²⁺). Esses minerais, relativamente raros, são típicos de ambientes hidrotermais e metamórficos, sendo comuns em depósitos de tungstênio. Os principais exemplos são a scheelita (CaWO₄) e a

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Cromatos

Classe de minerais caracterizada pela presença do ânion cromato (CrO₄²⁻) em sua estrutura cristalina, geralmente associado a cátions como chumbo (Pb²⁺), cálcio (Ca²⁺) e zinco (Zn²⁺). Esses minerais são relativamente raros e se formam principalmente em zonas de oxidação de depósitos minerais ricos em cromo, especialmente em ambientes com condições oxidantes. Um exemplo típico é a crocoíta (PbCrO₄).   

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Sulfetos

Classe de minerais caracterizada pela presença do ânion sulfeto (S²⁻) combinado com metais ou metalóides, como ferro (Fe), cobre (Cu), chumbo (Pb) e zinco (Zn). O enxofre desempenha o papel de ânion coordenador/centralizador na estrutura cristalina desses compostos. Esses minerais se formam, em geral, em condições redutoras, frequentemente associadas a ambientes geológicos hidrotermais ou sedimentares anóxicos. Exemplos comuns incluem a

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Elementos nativos

Minerais constituídos por um único elemento químico, encontrados na natureza em estado não combinado, ou seja, sem formar compostos com outros elementos. Essa classe mineral abrange 37 elementos, incluindo metais (como ouro – Au, prata – Ag e cobre – Cu), semimetais (como arsênio – As), não metais (como enxofre – S e carbono – C, na forma

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Nitratos

Classe de minerais caracterizada pela presença do ânion nitrato (NO₃⁻) em sua estrutura cristalina, geralmente associado a cátions como sódio (Na⁺), potássio (K⁺) e cálcio (Ca²⁺). Esses minerais são altamente solúveis em água e se formam predominantemente em ambientes áridos e semiáridos, onde a evaporação supera a precipitação, favorecendo a concentração e precipitação de sais. Exemplos típicos incluem a

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Biorremediação de solos

Conjunto de técnicas que utilizam organismos vivos — principalmente microrganismos (bactérias e fungos) e, em alguns casos, plantas — para degradar, transformar, imobilizar ou remover contaminantes presentes no solo. Esses processos podem ocorrer de forma natural (atenuação natural) ou ser estimulados por intervenções antrópicas, como adição de nutrientes, oxigênio ou inoculação de microrganismos específicos. A biorremediação é aplicada no tratamento

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